POLÍCIA
Batalhão de Trânsito capacita militares para uso de sistema eletrônico em autos de infração
POLÍCIA
O Batalhão de Polícia Militar de Trânsito Urbano e Rodoviário capacitou 190 policiais militares do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar de Mato Grosso (QCG) para o uso da ferramenta que substitui o papel no preenchimento de autos de infração do trânsito, o talonário eletrônico. O curso foi realizado por meio da Seção de Instrução Especializada (SIESP/BPMTRAN). A capacitação, que teve início no último dia 02 e encerrou nesta sexta-feira (10.02).
O aplicativo do talonário eletrônico funciona em smartphones, com acesso restrito apenas aos agentes de trânsito. No lugar de usar o papel para preencher os autos de infração, tudo é feito eletronicamente. A vantagem do uso do talonário eletrônico é que minimiza o erro no preenchimento do auto de infração.
De acordo com a soldado e uma das instrutoras do curso, Diana Aparecida Novais, a capacitação visa auxiliar os policiais militares, principalmente das jornadas extraordinárias, sobre as notificações de trânsito de maneira digital.
“Com a implantação da tecnologia embarcada, as ações são dinamizadas devido à ampliação das funcionalidades no atendimento de demandas operacionais, como atendimento de ocorrências em tempo real e consulta on-line do banco de dados de órgãos da segurança pública, melhorando assim a eficiência e a rapidez nos atendimentos”, destacou.
A 3ª sargento da Polícia Militar, Laura Cynthia Figueiredo, apontou que o treinamento foi muito importante, pois ela não tinha tanto conhecimento das possiblidades de uso do talonário eletrônico. “Foi fundamental passar por essa capacitação, pois além de conhecer um pouco mais da ferramenta, o uso dela dará mais agilidade e celeridade no atendimento das ocorrências de trânsito”.
Para o comandante do Batalhão de Trânsito, tenente-coronel Adão César, a capacitação de policiais militares na área de fiscalização de trânsito é indispensável, pois exige procedimentos a serem seguidos específicos além da abordagem propriamente dita.
“O ciclo completo de fiscalização se inicia na abordagem, segue pela produção do auto de infração, indo pela análise de suas nuances de normativas, para enfim produzir o efeito de penalidade do condutor infrator. O policial necessita em demasia de conhecimento para que a penalidade produza o seu devido efeito e não seja cancelada por motivo de erro ou inobservância das regras”, ressaltou.
O comandante apontou que nesta semana, a capacitação foi ministrada aos policiais do QCG, no entanto, podendo abrir novas turmas aos policiais de outras unidades especializadas da Capital e do estado.
“O BPMTRAN está à disposição de toda polícia militar para devidas capacitações conforme solicitação dos comandos regionais, bem como de outras instituições que lidem com a prática de fiscalização de trânsito, onde hoje através da nossa SIESP, possuímos um quadro especializado de profissionais capacitados para instruções e cursos”.

Fonte: PM MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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