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Presidente do Judiciário recebe representantes dos Oficiais de Justiça

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A presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, recebeu visita de cortesia de representantes do Sindicato dos Oficiais de Justiça Avaliadores de Mato Grosso (Sindojus/MT), na manhã desta quinta-feira (09).
 
Ao lado da diretora-geral do Tribunal, Euzeni Paiva de Paula, a presidente ouviu as reinvindicações da categoria e apontou que a aproximação da administração dos servidores é um dos principais objetivos da gestão 2023/2024 do TJMT, o de dar atenção às pessoas.
 
“Sem valorização e sem respeito humano não atingiremos nosso objetivo, que é deixar plantada a semente de pacificação social”, pontuou. “Vamos trabalhar para que, com o diálogo, se não conseguirmos a solução idealizada, que pelo menos seja compatível com a necessidade apresentada e no limite da administração pública”, assegura.
 
Durante o encontro institucional as reinvindicações da categoria, como a continuidade das capacitações dos oficias de justiça e a atualização do manual de rotina da categoria, foram apresentadas pelo presidente do Sindojus/MT, Jaime Rodrigues. “O importante é que todos querem atender bem ao cidadão e para isso um trabalho em conjunto é essencial. Agradecemos a presidente pela recepção”, disse.
 
Jaime Rodrigues estava acompanhado pelo vice-presidente do sindicato, Paulo Sérgio de Souza; 1º secretário, Luiz Arthur de Souza; 2 º secretário, Wendel Lacerda Oliveira; 1º tesoureiro, Eder Gomes de Moura e o oficial de Justiça, Romeu Ribeiro Primo.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Prefeitura de SP começa a fiscalizar bicicletas e patinetes elétricos

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As novas regras de trânsito para a circulação de bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual chamados de autopropelidos, como patinetes elétricos, entram em vigor nesta terça-feira (13), na cidade de São Paulo. Os equipamentos autopropelidos são veículos elétricos de pequeno porte, com rodas e motor próprio, considerados de baixo risco e baixa velocidade.

A fiscalização desses veículos será feita pela Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito e pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Conforme as normas do Conselho Nacional de Trânsito, conduzir bicicleta em passeio onde não seja permitida a circulação, ou ainda de forma agressiva, configura multa no valor de R$ 130,16. As infrações serão vinculadas ao CPF do condutor.

Nas ciclovias e ciclofaixas exclusivas para bicicletas (sem compartilhamento com pedestres), o limite máximo de velocidade permitido para esses veículos é de 20 quilômetros por hora (km/h). As bicicletas e bicicletas elétricas são proibidas de circular em vias de trânsito rápido e rodovias sem acostamento.

A legislação também define os limites para outros trechos. A velocidade máxima autorizada para esses veículos em ciclofaixas situadas em calçadas e que dividem o espaço com pedestres passa a ser de 6 km/h.

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É proibida a circulação de patinetes e outros equipamentos autopropelidos em calçadas, canteiros centrais com trânsito compartilhado e demais vias destinadas a pedestres . Por outro lado, as bicicletas elétricas têm permissão para transitar por esses locais, desde que respeitem o limite de velocidade de 6 km/h.

Para a circulação de bicicletas elétricas e de autopropelidos com condução sentada ou montada, em vias que não possuem ciclovia nem ciclofaixa, é permitido o trânsito com velocidade máxima de até 50 km/h.

Patinetes e outros equipamentos autopropelidos conduzidos em pé podem trafegar por vias sem estrutura cicloviária onde o limite seja de até 40 km/h, alcançando uma velocidade de no máximo 20 km/h.

A fiscalização da velocidade máxima permitida será realizada com delimitadores de velocidade específicos para bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos. Os delimitadores são instalados de forma a não captar a velocidade dos demais veículos, cuja fiscalização é realizada por equipamentos eletrônicos.

A CET também está estruturando os procedimentos operacionais relacionados ao recolhimento, custódia e restituição dos equipamentos, quando aplicáveis.

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*Estagiário sob supervisão de Odair Braz Junior



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