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Envolvido em homicídio de caminhoneiro em Sinop é preso pela Polícia Civil

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Um dos envolvidos no homicídio de um caminhoneiro, em Sinop, no mês de janeiro, foi preso nesta quarta-feira (08.02), pela Polícia Civil do município. O corpo de Robson Luiz Mariano, de 38 anos, foi encontrado em 22 de janeiro, já em estado de decomposição, dez dias após a data em que desapareceu.

Robson morava no interior de São Paulo e no final de dezembro sofreu um acidente de trânsito em Mato Grosso. O caminhão que ele dirigia foi levado para uma oficina mecânica e ele se hospedou em Sinop para acompanhar o reparo do veículo. No dia 12 de janeiro, a vítima saiu de uma oficina, não foi mais vista e a família não conseguiu contato com ele.

A partir do registro de desaparecimento feito por um familiar dele, no dia 13 de janeiro, a Divisão de Homicídios da Delegacia de Sinop iniciou a investigação para apurar o paradeiro da vítima.

No dia 22 de janeiro, a Polícia Civil foi acionada pelo Ciosp sobre um corpo localizado em uma mata, nas proximidades da Estrada Cláudia. Uma pessoa informou aos policiais que havia entrado na mata para caçar, porém, sentiu um cheiro muito forte e foi verificar o que era e encontrou o corpo em decomposição.

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O cadáver foi encaminhado para necropsia no IML de Sinop e o exame de datiloscopia atestou se tratar da vítima Robson Mariano.

A investigação está em andamento para identificar a motivação e outros possíveis envolvidos no homicídio.

Prisão

O investigado por envolvimento no homicídio da vítima foi localizado em uma residência onde estava recebendo apoio para se esconder. O criminoso foi encontrado em posse de um revólver calibre 38. Ele é investigado por outro homicídio ocorrido em 08 de janeiro, também em Sinop, e confessou a autoria de ambos os crimes. 

Um foragido da Justiça que estava na mesma residência e era procurado por roubo, também foi preso pela equipe policial.

Fonte: PJC MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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