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Investigados por estupro de vulnerável e furto a comércio são presos em Alto Garças

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A Delegacia da Polícia Civil de Alto Garças cumpriu, nesta quarta-feira (08.02), mandados de prisão preventiva contra dois investigados pelos crimes de estupro de vulnerável e furto.

F.C.F.,de 25 anos, foi preso preventivamente por praticar diversos furtos a estabelecimentos comerciais da cidade. Ele tinha sido detido por crimes semelhantes, no ano passado, porém, recebeu liberdade provisória em dezembro.

Após sair da prisão, o criminoso voltou a cometer os mesmos crimes, sempre usando do mesmo prática de entrar em estabelecimentos comerciais e furtar produtos e gêneros alimentícios. A prisão preventiva foi deferida pela justiça e o mandado de prisão cumprido pela equipe da delegacia local.

Já o investigado S.C.C., de 34 anos, foi preso preventivamente por estupro de vulnerável praticado contra a enteada, de 11 anos de idade. A investigação apurou ainda que ele estava ameaçando a vítima e atrapalhando a instrução probatória.

Os dois investigados estão à disposição da justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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