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Mulher envolvida em morte e ocultação de cadáver de jovem é presa no interior de Goiás

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Uma mulher envolvida em um homicídio e ocultação de cadáver de um jovem em Marcelândia, no norte do estado, foi presa nesta semana no interior de Goiás, após troca de informações entre as Polícias Civis dos dois estados.

A investigada, de 19 anos, foi presa dentro de uma boate na cidade de Iporá, no interior goiano, na segunda-feira (06.02).

A Delegacia da Polícia Civil de Marcelândia apurou que a mulher e mais dois comparsas sequestraram, assassinaram e ocultaram o corpo de Ronas Ariel Chaves Lucas, de 26 anos, em outubro do ano passado. O corpo da vítima foi encontrado, já emd ecomposição, em uma mata aos fundos do cemitério da cidade. 

As investigações apontaram que a jovem foi morto por associarem ele a outra facção criminosa rival.

A Delegacia de Marcelândia fez contato com policiais de Goiás após ter informações do paradeiro da mulher, que foi presa preventivamente e aguardará definição da Justiça para o recambiamento a Mato Grosso.

Os outros dois investigados estão com as prisões preventivas também decretadas e são procurados.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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