MATO GROSSO
Operação Sonora notifica 13 estabelecimentos comerciais em Cuiabá e Várzea Grande
MATO GROSSO
Treze estabelecimentos comerciais foram notificados por irregularidades durante a Operação Sonora, realizada nesse domingo (05.02), em Cuiabá e Várzea Grande. Foram fiscalizados peixarias, bares e clubes por perturbação de sossego e irregularidades sanitárias.
Na capital, a força-tarefa esteve em peixarias, localizadas na Comunidade São Gonçalo Beira Rio. Dez estabelecimentos foram notificados pelo Corpo de Bombeiros e pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semob) para que regularizem as falhas verificadas no prazo estabelecido.
Em Várzea Grande, as equipes fiscalizaram um clube, uma conveniência e um bar e emitiram 11 notificações por poluição sonora e irregularidades referentes ao alvará de funcionamento e à Vigilância Sanitária, entre outras.
“O objetivo principal é fazer a fiscalização dos comércios em geral referente a poluição sonora e perturbação do sossego público, além de desafogar a central de chamadas e otimizar recursos públicos e humanos”, disse o assessor Técnico da CGGI-E, tenente do Corpo de Bombeiros Antônio Carlos de Souza.
A ação integrada foi planejada pela Câmara Temática de Meio Ambiente Urbano vinculada à Coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (CGGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).
A ação integrada reúne as forças de segurança do Estado, como a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Ambiental, Batalhão de Trânsito, Conselho Tutelar, as Secretarias Municipais de Mobilidade Urbana (Semob) e a de Ordem Pública (SORP) de Cuiabá, e a Guarda Municipal de Várzea Grande.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Max Russi analisa ‘tarifaço’ americano contra lei estadual e garante que obrigação é defender MT
Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), comentou as recentes pressões internacionais envolvendo uma legislação de Mato Grosso. A lei estadual aprovada pela ALMT, que impede a concessão de incentivos fiscais ou terrenos públicos para empresas que aderirem à Moratória da Soja, foi citada em uma investigação da “Seção 301” nos Estados Unidos, que sugeriu um novo ‘tarifaço’ de 25% sobre produtos brasileiros importados pelos americanos.
Longe de se mostrar intimidado com a reação estrangeira, o parlamentar celebrou o alcance e o impacto da medida adotada pelo Poder Legislativo mato-grossense.
“Essa discussão com os Estados Unidos, eu confesso que fiquei feliz por ter uma lei da Assembleia em referência mundial. Uma lei nossa aqui, aprovada por esse Parlamento, que deu fim à moratória da soja, incomodando o presidente dos Estados Unidos. Eles dizem que a gente não quer preservar, que tem que taxar. Mas a Assembleia Legislativa vai defender sempre Mato Grosso e o seu povo. Essa é a nossa obrigação”, afirmou Max Russi.
Moratória– A Moratória da Soja vinha sendo criticada por lideranças políticas e do setor produtivo por travar a produção no estado, se sobrepondo às leis nacionais mesmo quando os agricultores cumpriam rigorosamente o Código Florestal brasileiro. A tese defendida pela Assembleia ganhou força jurídica e resultou em uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).
Max Russi pontuou que os governantes estrangeiros estão cumprindo o papel de proteger seus próprios mercados, mas reforçou que Mato Grosso não aceitará intervenções externas que prejudiquem sua economia.
“O presidente dos Estados Unidos está certo em defender o país e os negócios dele. Mas nós precisamos defender Mato Grosso contra os EUA, contra a União Europeia ou contra qualquer país do mundo que queira intervir na nossa economia e prejudicar o agro, a indústria ou o comércio. Essa moratória inibia a nossa produção”, avaliou o deputado.
Por fim, Russi adiantou que o corpo jurídico do Parlamento já se prepara para novos embates em defesa dos interesses do estado na esfera federal. “Agora estamos entrando nessa outra pauta contra o Pará. É uma disputa difícil, assim como foi a da moratória, mas nós acreditamos na nossa Procuradoria, acreditamos no nosso direito e vamos fazer essa defesa com muita tranquilidade em Brasília”, concluiu.
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