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Polícia Civil deflagrada ação para desarticular associação criminosa em Nova Bandeirantes

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Nova Bandeirantes (1.026 km ao norte de Cuiabá), deflagrou na sexta-feira (03.02), a operação “Expurgo” para cumprimento de 7 mandados judiciais, visando desarticular uma organização criminosa. 

O trabalho operacional para cumprimento de seis ordens de prisão e uma de busca e apreensão domiciliar, contou com apoio da Polícia Militar de Nova Bandeirantes e da Delegacia de Alta Floresta. 

Os mandados foram decretados pelo juízo da 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, após investigação conduzida pela Polícia Civil de Nova Bandeirantes.

Durante as diligências foi evidenciado a atuação dos envolvidos no tráfico de entorpecentes, bem como identificado os principais líderes da organização e de outros integrantes.

Além dos cumprimentos dos mandados de prisão e de busca e apreensão domiciliar, a operação “Expurgo” resultou na prisão em flagrante de duas pessoas por  tráfico de drogas, associação para o tráfico e uso de documento falso.

Uma outra pessoa também foi conduzida até a Delegacia de Polícia para esclarecimentos, e responderá Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por uso de drogas.

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O delegado de Nova Bandeirantes, Marcus Vinicius Ferreira, destacou a importância da ação que logrou êxito em prender os  principais chefes da organização criminosa que vinha agindo na região.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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