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Projeto em Ribeirão Cascalheira tem como foco proteção da criança e do adolescente

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Uma iniciativa conjunta da Polícia Civil e Ministério Público Estadual, com foco no fortalecimento da proteção e adolescente, vem ganhando força no município de Ribeirão Cascalheira, por meio da promoção de uma série de atividades e trabalhos sociais realizados junto à Escola Estadual Coronel Ondino.

O projeto vem sendo discutido pela Polícia Civil, Ministério Público e Poder Judiciário desde novembro de 2022, sendo a proteção da criança e do adolescente uma prioridade no município e, desde o final do ano passado, uma série de ações vêm sendo realizadas.

Foco principal do projeto, a Escola Estadual Coronel Ondino Rodrigues Lima é a única do município que atende alunos a partir do 6° ano, sendo observado um alto número de ocorrências envolvendo alunos deste estabelecimento escolar. Por meio da união de forças, o trabalho desenvolvido pela Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e Poder Judiciário, conta com o apoio da Escola Estadual Coronel Ondino, do Conselho Tutelar e da Prefeitura de Ribeirão Cascalheira.

Segundo o delegado de Ribeirão Cascalheira, Flávio Leonardo Santana, o trabalho em conjunto tem como finalidade promover a aproximação entre os alunos e os órgãos de rede de proteção, além de viabilizar um ambiente seguro e tranquilo no interior da escola, de forma a otimizar o trabalho dos professores e demais profissionais da educação, potencializando o rendimento dos estudantes.

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“Pretende-se que o trabalho ultrapasse os muros da escola por meio de acompanhamento familiar para os casos mais recorrentes, intensificação na fiscalização aos estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas, entre outras medidas”, disse o delegado.

As ações do projeto deverão ser estendidas para a cidade Bom Jesus do Araguaia, onde nos próximos dias será realizada uma reunião com o Conselho Tutelar do município, a direção da Escola Professor Gerson Carlos da Silva e os demais órgãos relacionados aos trabalhos. 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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