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Policial civil de MT disputa campeonato europeu de jiu jitsu

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O investigador da Polícia Civil de Mato Grosso, Leandro Furtado, foi o terceiro colocado no Campeonato Europeu de Jiu Jitsu, encerrado neste domingo, em Paris (FRA)

A competição foi realizada durante toda a semana passada, na capital francesa, e contou com a participação de vários brasileiros. O investigador, que atua na Gerência de Polinter e Capturas, disputou no domingo (29.01) a semifinal e perdeu para o atleta que se sagrou campeão.

“Era o dia dele, fiz meu jogo, porém, senti muito o fuso horário, pois, desde a minha chegada à Paris, só conseguia dormir às 4h, e tem também o clima. Na noite que antecedeu a luta chegou a bater três graus negativos. Sair de Cuiabá com 31 graus e ir para uma cidade com temperatura negativa até se adaptar as baixas temperaturas requer tempo”, afirmou Leandro.

O investigador destaca que mesmo assim, aproveitou bastante a competição, pois ganhou as duas primeiras lutas, sendo uma delas por finalização com 50 segundos de combate.

“Agora é treinar para o mundial, que ocorrerá em agosto, em Las Vegas (EUA)”, projeta Leandro para a próxima competição da arte marcial.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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