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Polícia Civil incinera 77 quilos de pasta base que seriam levados ao Pará e Nordeste do País

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A Delegacia da Polícia Civil em São José do Xingu, no nordeste do estado, incinerou nesta quarta-feira (25.01) 77 quilos de pasta base de cocaína apreendidos em uma ação policial na região. .

O entorpecente foi apreendido na semana passada, próxima a uma balsa, na divisa entre os municípios de São José do Xingu e Peixoto de Azevedo, na MT-222. A apreensão foi realizada pelo Batalhão de Operações Especiais da PM em parceria com o Bope de Rondônia.

A droga estava acondicionada em um veículo modelo Fiat Strada e tinha uma camionete L200 que atuava como batedor, indo à frente para avisar se havia policiamento na estrada. Quatro pessoas foram conduzidas e o dono do veículo Strada, onde estava o entorpecente, foi autuado em flagrante por tráfico e teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Parte da pasta base seria deixada em Confresa e outra parte teria como destinos o estado do Pará e a região Nordeste do País.

A incineração do entorpecente foi autorizada pela Justiça e nesta quarta-feira, a equipe da Delegacia de São José do Xingu e representantes da Politec, Vigilância Sanitária e Ministério Público acompanharam a queima.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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