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Condenado por roubo e corrupção de menores tem prisão cumprida em Rondonópolis

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Um homem condenado pela Justiça pelos crimes de roubo majorado e corrupção de menores teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, na sexta-feira (20.01), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá).

A ordem de prisão contra o suspeito de 25 anos foi decretada pela Quarta Vara Criminal de Rondonópolis. O cumprimento da ordem judicial ocorreu no bairro Loteamento André Maggi, no final da tarde de sexta-feira (20).

Os policiais da DHPP realizavam diligências na região, quando identificaram o suspeito, verificando o mandado de prisão em aberto em seu desfavor. O preso foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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