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PM prende três pessoas e apreende cinco armas de fogo

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Policiais militares apreenderam, na noite desta sexta-feira (20.01), prendeu três pessoas por posse e porte ilegal de arma de fogo e apreendeu cinco espingardas, 34 munições, 29 cartuchos deflagrados, três facas e um canivete, na zona rural do município de Itiquira (363 km de Cuiabá). 
 
Durante patrulhamento de rotina pela MT-299, havia dois homens, em atitude suspeita, em uma motocicleta vermelha. 
 
A polícia os abordou e encontrou a bolsa contendo duas armas longas e diversas munições deflagradas e intactas, que, segundo os suspeitos, eram usadas para caça.
 
Um deles possuía tornozeleira eletrônica. O equipamento estava desligado e havia um mandado  de prisão em aberto contra ele.
 
À PM, o suspeito relatou que tinha outras armas e munições na residência dele. No local, foi preso o outro homem, também por porte irregular de arma de fogo. 
 
O trio e o material apreendido foram encaminhados à delegacia.
 
Disque-denúncia  
 
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou do disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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