POLÍCIA
Polícia Civil recupera R$ 2,1 mil subtraídos em golpe em Guarantã do Norte
POLÍCIA
Uma vítima de golpe na compra de um veículo pela internet teve valores ressarcidos pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (20.01), em ação conjunta da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e Delegacia de Guarantã do Norte (715 km ao norte de Cuiabá).
A vítima moradora de Guarantã do Norte procurou a delegacia do município para relatar que havia caído em um golpe na compra de um veículo, anunciado em uma rede social da internet. Após negociação dos valores, a vítima foi duas transferências bancárias via pix para contas indicadas pelo golpista.
Após receber o valor, o suspeito bloqueou a vítima, momento em que ela percebeu que havia caído em um golpe. Com a comunicação dos fatos, os policiais da Delegacia de Guarantã do Norte entraram em contato com a equipe da DRCI, que junto ao setor antifraudes da agência bancária, conseguiu o bloqueio de R$ 2,1 mil transferidos pela vítima.
O delegado da DRCI, Ruy Guilherme Peral da Silva, alerta que em compras realizadas por meio sites e redes sociais da internet, as vítimas devem ter cuidado redobrado. “É preciso verificar antes de fazer qualquer transferência se a pessoa com que está sendo feita a negociação é o verdadeiro proprietário ou responsável pelo produto vendido”, disse o delegado.
Os valores serão restituídos à vítima após algumas providências de praxe junto ao banco.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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