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Polícia Civil identifica autores de roubo de 56 toneladas de alumínio na Capital e recupera bens

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá recuperou 50 toneladas de cabos condutores de alumínio roubados de uma empresa no Distrito Industrial e identificou os autores do crime.

Parte do material, as bobinas de madeira, foi localizado pela equipe de investigação da unidade em um sítio nas imediações do bairro Pedra 90, na Capital. Os cabos foram encontrados

O roubo ocorreu na semana passada, quando dois criminosos invadiram a empresa, renderam o vigilante deixando-o amarrado e trancado na guarita. Os criminosos roubaram do local 16 bobinas com cabos condutores de alumínio. A ação criminosa contou com apoio de caminhões.

Em diligências, uma equipe de investigação da Derf Cuiabá localizou em um sítio as bobinas, que estavam sendo desmontadas. O dono do local informou aos policiais civis que no dia 08 de janeiro uma pessoa lhe perguntou se poderia descartar alguns restos de madeiras no local e foi combinado o valor R$ 500,00. O dono do sítio informou ainda que começaram a entrar e sair caminhões de sua propriedade e após ter conhecimento do tipo de material que estavam descarregando, ele pediu que a pessoa responsável retirasse as bobinas, pois o combinado era apenas os descartes de madeira.

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A equipe policial identificou o endereço da pessoa que fez o depósito das bobinas, no bairro Jardim Botânico, em Cuiabá, e conduziu o casal (padrasto e a mãe do suspeito) para esclarecimentos .

Depois de localizar o suspeito, ele declarou à equipe de investigação que acompanhou a carga ate ao sítio e ficou responsável por vender o produto roubado. Ele declarou que trabalha com venda de sucata e entrou em contato com o dono de uma empresa de reciclagem ofertando a carga roubada a R$ 11,50 o quilo. Na empresa de reciclagem, em Várzea Grande, os investigadores encontraram outra parte dos cabos e conduziu o dono do local para esclarecimentos.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil deflagra operação para reprimir grupo que desviava grãos por meio de furtos qualificados

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (30.6), a Operação Vigia, para reprimir as ações de um grupo que atuava no desvio de grãos por meio de furtos qualificados e lavagem de capitais de valores arrecadados com as subtrações praticadas.

As ações foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum, com apoio das unidades locais de Nova Mutum, Juína, Campo Novo do Parecis, Rondonópolis e Várzea Grande e da Derf de Várzea Grande, que efetuou a prisão de um dos suspeitos no Aeroporto Marechal Rondon, prestes a embarcar para a região Sul do país.

Ao todo foram cumpridos quatro mandados de prisões preventivas, seis mandados de buscas e apreensões em residências e em um estabelecimento empresarial (casa de shows), além de 10 dez mandados de sequestro de bens e valores.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

A operação é fruto do trabalho investigativo realizado por investigadores e escrivães da Derf de Nova Mutum.

Segundo o delegado Rodrigo Rufato, responsável pela investigação, as apurações apontaram que um dos envolvidos solicitou emprego na função de balanceiro em uma fazenda situada na zona rural de Nova Mutum, já com a intenção de possibilitar o ingresso de veículos não autorizados na propriedade, os quais, com o auxílio do investigado, realizavam carregamentos sem o conhecimento dos proprietários, concluindo as subtrações.

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Outros investigados eram responsáveis por providenciar veículos e motoristas, bem como encontrar compradores para as cargas furtadas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Parte dos valores foi “lavada” através da criação de uma casa de show do tipo “pub”, onde os investigados continuaram a empreender paralelamente à prática dos ilícitos.

O prejuízo causado à vítima foi de aproximadamente R$ 2 milhões, tendo as medidas constritivas adotadas o intuito de possibilitar o ressarcimento do dano patrimonial.

Operação Vigia

O nome da operação é uma alusão ao vulgo utilizado por um dos indivíduos presos. Os investigados serão indiciados por furtos qualificados, associação criminosa e lavagem de capitais.



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