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Posse da nova diretoria da Polícia Civil de MT será realizada nesta 5ª feira

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A delegada-geral da Polícia Civil de Mato Grosso, Daniela Silveira Maidel, toma posse à frente da instituição para o biênio 2023-2024 nesta quinta-feira (12.01). A nova gestora foi nomeada pelo governador Mauro Mendes no dia 19 de dezembro passado e é a primeira mulher a comandar a instituição, que completa 181 anos de criação, em 2023.

A cerimônia será realizada a partir das 15 horas, no Auditório Gilson de Barros, no prédio da Controladoria Geral do Estado, no Centro Político Administrativo.

Daniela foi escolhida por meio de uma lista tríplice apresentada pelo Sindicato dos Delegados de Polícia, após votação realizada no dia 7 de novembro. A delegada foi a mais votada pelos colegas, recebendo 204 dos 249 votos válidos. 

Na ocasião, será empossada também a nova diretoria da Polícia Civil:

Delegado-geral adjunto: delegado Rodrigo Bastos da Silva
Corregedor-Geral: delegado Jesset Arilson Munhoz de Lima
Diretor Metropolitano: delegado Wagner Bassi Junior
Diretor do Interior: delegado Walfrido Franklim do Nascimento
Diretor de Atividades Especiais: delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira
Diretor de Execuções Estratégicas: delegado Mário Demerval de Resende 
Diretor de Inteligência: delegado Juliano Silva de Carvalh
Diretor da Academia de Polícia: delegado Fausto José Freitas da Silva
Chefe de gabinete: delegada Ana Paula de Faria Campos

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A posse será transmitida pelo Instagram da Polícia Civil no endereço: http://@policiacivil_mt

Serviço:

O que: Posse da delegada-geral da Polícia Civil e diretoria

Quando: 12 de janeiro de 2023, às 15h

Local:Auditório Gilson de Barros, Controladoria Geral do Estado – Centro Político Administrativo

Contato: Assessoria de Comunicação – Camila (99972-1234) / Raquel (99987-3616)

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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