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Suspeito de depredar porta da Defensoria Pública em Sinop é preso em flagrante

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Um homem de 30 anos foi preso em flagrante por crime contra o patrimônio público, em Sinop, a 480 km de Cuiabá, nessa segunda-feira (09.01). O suspeito arremessou uma pedra contra a porta de vidro da Defensoria Pública do município. A prisão foi feita por policiais militares do 11º Batalhão.

A porta de vidro foi quebrada e os estilhaços ficaram espalhados pelo chão. O suspeito não chegou a invadir o prédio. 

Acionada, a PM recebeu a informação de que o suspeito do ataque ainda estava na região. Os militares realizaram diligências em volta do prédio da instituição com apoio de outras unidades e encontraram o suspeito, que confessou o ataque. O homem não apresentava sinais de embriaguez e nem de outro tipo de produto ilícito. O suspeito foi encaminhado à delegacia.

A depredação do patrimônio público é um ato que não causa prejuízo somente ao Estado, mas a toda a sociedade. O artigo 163 do Código Penal prevê que “destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia” é crime. A pena em caso de condenação por dano simples é detenção de um a seis meses, ou multa de um a seis salários mínimos (R$ 1.045 a R$ 6.270). Se houver dano qualificado, a pena é detenção de seis meses a três anos, além de multa de um a seis salários mínimos.

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Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.65.3939.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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