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Corpo do desembargador aposentado Adilson Polegato é velado no Tribunal de Justiça de Mato Grosso

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O Poder Judiciário de Mato Grosso realizou na manhã desta segunda-feira (09 de janeiro) o culto ecumênico e velório do desembargador aposentado Adilson Polegato, que faleceu nesse domingo (08). O magistrado estava em tratamento de um câncer desde 2013.
 
A cerimônia ocorrida no hall de entrada do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) contou com a presença da presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, de desembargadores, autoridades, familiares e amigos, que puderam prestar sua última homenagem e se despedir do magistrado.
 
A presidente do TJMT decretou luto oficial de três dias, sem prejuízo do expediente.
 
Biografia – Adilson Polegato era natural de Maracaju (MS), se formou na Universidade Federal de Mato Grosso em 1979, militou como advogado durante seis anos até ser aprovado no concurso para ingresso na magistratura, em 1985.
 
Desde então, jurisdicionou as comarcas de Colíder, Cáceres, Cuiabá e Rondonópolis. Foi diretor do Fórum de Cuiabá na gestão 2011/2013, foi juiz eleitoral entre 2001 e 2002, ascendeu ao desembargo em 25 de março de 2013 e aposentou-se em 30 de junho de 2015.
 
O Poder Judiciário de Mato Grosso reforça as condolências à família enlutada.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: foto horizontal colorida do velório no Hall de entrada do TJMT. Familiares e amigos estão em volta do caixão, enquanto a presidente do TJMT presta sua homenagem ao magistrado.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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