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Em Primavera do Leste/MT, PRF salva bebê de 2 meses que estava asfixiado

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Na quinta-feira (05), por volta das 20h, uma equipe da PRF foi surpreendida com buzinas contínuas vindas de um veículo. Se tratava de uma mãe, muito apreensiva, que estava com um bebê de apenas 2 meses engasgado.

Rapidamente, o PRF Raihudson iniciou a manobra de Heimlich adequada para a situação. Após alguns segundos a criança começou a chorar, liberando as vias aérea. Em cerca de dois minutos a situação tinha se estabilizado.

A PRF acompanhou a família até a Urgência da UPA de Primavera do Leste/MT para realização de diagnóstico médico. Ao chegar na UPA a criança foi atendida e passa bem. A família, então, retornou para Cuiabá, onde moram.

No atendimento, o policial aplicou o método de desobstrução das vias aéreas superiores chamada Manobra de Heimlich, técnica de primeiros socorros utilizada em casos de emergência por asfixia, provocada por um pedaço de comida ou qualquer tipo de corpo estranho que fique entalado nas vias respiratórias, impedindo a pessoa de respirar. Nessa manobra, utilizam-se as mãos para fazer pressão sobre o diafragma de quem está engasgado, o que provoca uma tosse forçada e que faz com que o objeto seja expulso dos pulmões.

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Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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