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Mãe é autuada em flagrante pela Polícia Civil por lesão corporal contra a filha de 11 anos

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Uma mulher de 27 anos foi autuada em flagrante pela Polícia Civil, nesta terça-feira (03.01), em Sorriso, após agredir fisicamente a filha de 11 anos. A criança apresentou lesões em várias partes do corpo.

A equipe da Delegacia de Sorriso apurou que a mãe agrediu a filha porque se irritou com conversas que a garota mantinha no celular. A mulher de 27 anos foi encaminhada à delegacia, onde foi autuada pelo crime de lesão corporal cometida por motivos do gênero feminino e teve fiança arbitrada.

A avó da criança compareceu à delegacia e requereu medidas protetivas em desfavor da mãe da neta. O Conselho Tutelar de Sorriso foi acionado e decidiu retirar a criança do convívio da mãe.

“É muito importante que discutamos essa questão da violência física contra crianças e adolescentes. O castigo físico é naturalizado e entendido como uma espécie de ‘exercício regular de direito’, o que é totalmente inverídico. Crianças devem ser protegidas, orientadas e acolhidas. A violência não é caminho para a educação, pois além de gerar diversos traumas na vítima, é crime e como tal será tratado”, pontuou a delegada Jéssica Assis.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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