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Polícia Civil recupera R$ 20 mil de vítima de estelionato pela internet

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos, recuperou a quantia de R$ 20 mil subtraída de uma vítima de estelionato eletrônico.

Na quinta-feira (22.12), ao comunicante de 59 anos procurou a Polícia Civil para registrar a ocorrência. Ele relatou que através da internet, sua filha acessou o site de “leilão vip oficial” e arrematou um automóvel modelo Ford Ranger.

Em seguida um homem entrou em contato para finalizar o negócio, e a vítima acabou transferindo o valor de quase R$ 27 mil, para a conta bancária indicada pelo suspeito.

Após o pagamento o comunicante foi até Várzea Grande, e ao chegar no local marcado para receber o veículo, no bairro Marajoara, descobriu que havia caído em um golpe.

Diante dos fatos a DRCi foi acionada e conseguiu por meio de bloqueio bancário, recuperar o valor de R$ 20 mil subtraído da vítima.

As investigações continuam visando identificar os autores do crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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