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Polícia Rodoviária Federal em Sorriso/MT retirou de circulação uma carga de madeira indevidamente extraída da floresta amazônica

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Na manhã de ontem (18), uma equipe da Polícia Rodoviária Federal em fiscalização da BR-163, no município de Sorriso/MT, abordou um veículo carregado com madeira ilegal.

Após a abordagem, durante os procedimentos de fiscalização, os policiais constataram que o condutor, ao contrário do que a documentação apresentada declarava, não havia carregado o veículo em uma madeireira em Nova Bandeirantes/MT, mas sim, em Novo Progresso/PA.

Ao ser questionado sobre o verdadeiro local do carregamento, o motorista confessou a origem criminosa da carga, bem como a natureza fraudulenta dos documentos apresentados.

Diante dos fatos e das evidências, foi lavrado Termo Circunstanciado de Ocorrência. O veículo bem como a carga foram apreendidos e o caso foi enviado para a apreciação do Ministério Público e do Poder Judiciário.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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