POLÍCIA
PRF inicia Operação Rodovida em Mato Grosso
POLÍCIA
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza, no decorrer do ano, diversas operações temáticas com o foco em segurança viária. Dentre elas, a Operação Rodovida, que acontece anualmente e tem seu início antes do Natal e permanência até o fim do feriado de Carnaval. Em 2022/2023 a abertura desta ação ocorreu nesta quinta (15).
A Operação Rodovida ocorre em razão do aumento do fluxo de veículos e de passageiros nas rodovias federais, no período compreendido entre os dias 15/12/2022 e 26/02/2023 em função das férias escolares e das festividades alusivas ao Natal, Réveillon e Carnaval. As ações de fiscalização de trânsito serão intensificadas em todo o Brasil e acontecem de forma integrada com outros órgãos de segurança.
Em Mato Grosso, a operação foi iniciada com comando de Educação Para o Trânsito na BR 364, km 434, em Cuiabá, além de operações nas demais delegacias do estado. A iniciativa busca não só fiscalizar veículos e passageiros, mas também estimular a conscientização sobre a importância de boas práticas no trânsito para a preservação de vidas, dessa forma, tem como principal objetivo minimizados os índices de violência no trânsito e os custos sociais dela decorrentes.
Rodovida possui a essência daquilo que a PRF acredita: nenhuma morte no trânsito é aceitável e todos compartilham a responsabilidade de evitá-la.
Fonte: PRF MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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