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Polícia Civil incinera cerca de 100 quilos de drogas apreendidas em Jaciara

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Aproximadamente 100 quilos de entorpecentes apreendidos em Jaciara (144 km ao sul de Cuiabá) e região, foram incinerados pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (15.12).

O ato de destruição aconteceu em uma empresa de cerâmica no município de Juscimeira, sendo acompanhado pela equipe da Polícia Civil, representante do Ministério Público e o coordenador de Vigilância Sanitária de Jaciara, Stalone Vieira.

O carregamento de entorpecentes contendo maconha, cocaína, pasta base e drogas sintéticas é referente a apreensões realizadas principalmente neste ano de 2022, em ações da Polícia Civil e Polícia Militar.

O delegado de Jaciara, José Ramon Leite, destaca que a destruição do entorpecente é o ato final realizado pela Polícia Civil que marca o combate ao tráfico de drogas. “Os quase 100 quilos de drogas incineradas mostra o intenso combate das forças de segurança ao comércio de entorpecentes na região”, disse o delegado.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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