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Esclarecimento sobre o feminicídio em Lucas do Rio Verde

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A Polícia Militar de Mato Grosso esclarece que não recebeu chamado para atendimento de equipe policial na data em que teria ocorrido o feminicídio de Valerie Angelita Petroneto, em Lucas do Rio Verde.

A respeito de um vídeo que circula nas redes sociais, a PM ressalta se tratar de possível Fake News, pois apurações preliminares apontam que a gravação teria ocorrido em setembro deste ano. Além disso, a investigação do caso ocorre fora do âmbito da Polícia Militar.

A Polícia Militar reitera ainda que apura se houve qualquer ocorrência que não tenha sido atendida.

A PMMT reforça que a região conta com o programa Patrulha Maria da Penha e os chamados podem ser feitos pelo 190 ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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