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Ação conjunta recupera R$ 4 mil subtraídos de vítima de estelionato

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Mais um valor subtraído de vítima de estelionato por meio eletrônico foi recuperado pela Polícia Civil, em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e da Delegacia de Lucas do Rio Verde, região norte do Estado.

Na quarta-feira (07.12), a vítima de 22 anos procurou a Delegacia de Lucas do Rio Verde informando que havia realizado um pagamento via PIX, a pedido de seu genitor.

No entanto, após fazer a transferência para o CNPJ da empresa informado, a comunicante pesquisou na internet e descobriu que haviam vários golpes envolvendo o mesmo número de CNPJ.

Diante dos fatos os policiais civis de Lucas do Rio Verde acionaram a DRCI para dar apoio nas investigações, que conseguiu através de bloqueio bancário recuperar o valor de R$ 4 mil da vítima.

As diligências continuam visando esclarecer a ocorrência.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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