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Polícia Civil lamenta falecimento do investigador Wilton Silva Delgado

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A Polícia Civil lamenta o falecimento do investigador de polícia, Wilton Silva Delgado, de 53 anos, na tarde desta quarta-feira (07.12), em Cuiabá, vítima de infarto.

Wilton Silva Delgado ingressou na Polícia Civil no mês de março de 2002, e durante 20 anos dedicou sua vida profissional à instituição, exercendo suas funções de forma exemplar e brilhante. 

O policial civil iniciou sua carreira na Corregedoria Geral, trabalhou na Gerência de Repressão a Sequestro e Investigações Especiais (GRISIE), na Coordenadoria de Polícia Comunitária, na Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), na Gerência de Armas, Explosivos e Munições, na Delegacia Fazendária, e atualmente estava lotado na Gerência Estadual de Polinter e Capturas.

O investigador de polícia, conhecido carinhosamente como “Delgado”, deixa esposa, filha, netos e muitos amigos. 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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