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Polícia Civil participa da semana de combate a violência contra a mulher em Pontes e Lacerda

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A Polícia Civil participou da ação realizada em Pontes e Lacerda (448 km a oeste de Cuiabá), em alusão a semana municipal de combate a violência contra a mulher, promovida pelo Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) do município.

Durante os dias de evento com o tema “Viver sem violência é um direito das mulheres”, foram desenvolvidas diversas atividades voltadas para a prevenção.

Nesta sexta-feira (25.11) foi feita uma blitz educativa na região central da cidade, distribuindo panfletos educativos para os motoristas e a população em geral.

O projeto social idealizado pelo CRAS, conta com a parceira da Polícia Civil, Polícia Rodovia Federal, Polícia Militar e participação dos alunos da Escolar Militar Tiradentes.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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