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Ação conjunta da Polícia Civil prende líder responsável pelo tráfico no Vale do Araguaia

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Um criminoso com dois mandados de prisão foi localizado e preso, nesta terça-feira (22.11), em Rondonópolis, em ação conjunta do Núcleo Regional de Inteligência, Delegacia de Polícia de Confresa – ambos de Confresa – e o Núcleo de Inteligência de Rondonópolis.

J.C.G.L, de 33 anos, estava com dois mandados de prisão preventiva expedido pela 7ª Vara da Comarca de Cuiabá e pela Comarca de Jaciara por tráfico de drogas, roubo e organização criminosa.

Ele investigado por integrar uma facção criminosa e desempenha a função de ‘gerente de área’, com atuação no Vale do Araguaia, abrangendo cidades como Paranatinga, Gaúcha do Norte e Confresa.

Conforme as investigações da Polícia Civil, o criminoso tinha como funções na organização criminosa a venda de drogas na região e a execução de castigos físicos, como punições, a membros do grupo.

A Polícia Civil intensificou as investigações no intuito de coibir as ações da organização criminosa no Araguaia e foi possível prender um dos líderes no tráfico de drogas na região.

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A prisão faz parte da Operação Amón, nome de origem grega, quer significa oculto ou escondido.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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