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Polícia Civil apreende arma e munições com suspeito de ameaçar comunidade indígena em Vila Bela

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Um homem que estava ameaçando uma comunidade indígena chiquitana em Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a oeste de Cuiabá) foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (22.11), durante cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar dentro da Operação PC Retomada, deflagrada no município. 

O suspeito de 43 anos pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições. A ação resultou na apreensão de uma espingarda e diversas munições supostamente utilizadas para aterrorizar as vítimas. 

Segundo as investigações, o suspeito que é dono de um pesqueiro vinha ameaçando a comunidade chiquitana, efetuando disparos de arma de fogo na região. Diante dos fatos, foi representado pelo mandado de busca e apreensão domiciliar contra o suspeito, que foi deferido pela Justiça. 

Durante as buscas no pesqueiro do investigado, os policiais encontraram a espingarda calibre 22 com uma munição deflagrada e uma intacta em cima de um guarda-roupas, além de duas no interior do móvel, e uma caixa com 39 munições intactas calibre 22 e uma deflagrada do mesmo calibre, que estava sobre outro guarda-roupas. 

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Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade, onde após ser interrogado pelo delegado João Paulo Berté foi autuado em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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