POLÍCIA
Investigada por homicídio em Rondonópolis é presa pela Polícia Civil por tráfico de drogas
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Uma mulher investigada por envolvimento em um homicídio ocorrido no início do ano em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), foi presa pela Polícia Civil, durante trabalho Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) do município, nesta sexta-feira (18.11).
A ação foi realizada para cumprimento de dois mandados judiciais de busca e apreensão domiciliar, e resultou na prisão em flagrante da suspeita de 36 anos pelo crime de tráfico de drogas.
Os mandados judiciais foram expedidos pelo juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis, após investigação da DHPP para esclarecer o homicídio registrado na cidade em fevereiro de 2022.
Diante das ordens de buscas, os policiais civis foram até os dois endereços alvos localizados no bairro Carlos Bezerra II. No local foram apreendidas porções de drogas, razão pela qual a suspeita foi detida em flagrante.
A mulher foi conduzida para esclarecimentos, interrogada e autuada pelo crime de tráfico de drogas. Após a confecção dos autos, a presa foi colocado à disposição da Justiça.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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