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Alvos de mandados de prisão são localizados pela Polícia Civil em Rondonópolis

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Três foragidos da Justiça pelos crimes de estupro, tráfico de drogas e roubo foram presos pela Polícia Civil, nesta semana, em Rondonópolis, pelas equipes da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa.

Nesta quinta-feira, os policiais da DHPP localizaram na Vila Operária, o alvo de um mandado de prisão preventiva pelo crime de tráfico de entorpecentes. O rapaz de 24 anos teve a prisão decretada pela 4ª Vara Criminal.

Outra prisão ocorreu no Jardim Rondônia. O homem de 33 anos foi localizado em sua residência, onde foi preso por ter sido condenado por estupro. A decisão é da 4a Vara de Rondonópolis.

A terceira prisão, efetuada na quarta-feira, foi de um foragido da Comarca de Alto Araguaia, localizado no Distrito de Boa Vista. A equipe da DHPP obteve informações de que I.L.S, de 44 anos, estava se escondendo em uma região de mata e, inclusive, havia montado uma barraca no local, pois sabia que estava sendo procurado por um roubo praticado em Alto Araguaia.

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Após incursão na mata, os policiais civis conseguiram localizá-lo e encaminhar à delegacia para a formalização do mandado de prisão preventiva.

Os três presos foram encaminhados à penitenciária regional de Rondonópolis.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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