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Polícia Militar vence Prêmio Juíza Glauciane Chaves de Melo do TJMT na categoria Instituição Pública

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A Polícia Militar de Mato Grosso foi uma das vencedoras da 1ª edição do Prêmio Juíza Glauciane Chaves de Melo, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A PMMT venceu na categoria Instituição Pública, com o projeto Programa Apoio. Todos os vencedores foram anunciados nesta quinta-feira (10.11).

O Programa Apoio é uma estratégia institucional para o desenvolvimento de ações, que promovam a prevenção e o enfrentamento dos casos de violência doméstica e familiar, envolvendo o público interno da instituição, figurado como vítima e/ou acusado nestes crimes. O nome foi definido pelo acróstico dos objetivos específicos do projeto: Acolher, Prevenir, Oportunizar, Implementar e Orientar. 

O projeto foi desenvolvido pela tenente-coronel Emirella Martins, coordenadora da Polícia Comunitária e Direitos Humanos da PMMT (CPCDH), trazendo a sua experiência de grupos reflexivos, realizados com autores de violência doméstica, e na atuação em rede dos serviços necessários para o enfrentamento deste tipo complexo de violência, como a Patrulha Maria da Penha.

“Receber o Prêmio Juíza Glauciane Chaves de Melo nos dá a convicção de que estamos no caminho certo para a mudança social que desejamos. É o reconhecimento institucional de um órgão referência no combate à violência contra as mulheres, como o TJMT. Também nos motiva para seguirmos e expandirmos o trabalho, além de ser um indicativo da originalidade proposta pelo Programa Apoio, sendo o único no Brasil desenvolvido dentro de uma instituição policial militar”, afirma a tenente-coronel Emirella.

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A solenidade de entrega da premiação será no dia 07 de dezembro, véspera do Dia da Justiça, em cerimônia presencial, no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. As vencedoras e vencedores receberão uma placa, entregue pela presidente do TJMT, desembargadora Maria Helena Póvoas.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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