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Fórum da Capital passa a contar com dicíclicos no atendimentos ao público interno

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As áreas de Infraestrutura, Tecnologia da Informação e Segurança do Fórum da Capital ganharam um grande reforço nesta semana. O juiz diretor do Foro, juiz Lídio Modesto, entregou um diciclo elétrico (veículos com duas rodas colocadas lado a lado) para cada setor. Os equipamentos vão dar celeridade aos atendimentos das equipes ao público interno.
 
O diretor do fórum destacou que a locação dos veículos de duas rodas foi aprovada pela presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Helena Póvoas, após a apresentação de um estudo técnico que apontou esta como a forma de aquisição mais vantajosa para a administração pública. “A presidente entendeu as necessidades apresentadas pela diretoria. O Fórum da Capital é muito grande tem 54 mil metros quadrados de área construída, é a unidade com maior número de magistrados e atende o maior número de cidadãos. Com os diciclos vamos conseguir melhorar em muito o atendimento das demandas nas três áreas contempladas.”
 
Os veículos foram testados pelos integrantes das equipes, entre eles a gestora da Infraestrutura da unidade judicial, Luciane Tolovi, que aprovou a nova ferramenta de trabalho. “Essa ideia é inovadora, veio do nosso juiz diretor e a expectativa é de sucesso. Eu testei o diciclo, achei fantástico, pois é um equipamento seguro em relação a riscos de quedas e acidentes, é ágil e fácil de lidar. Qualquer pessoa que receber orientações de uso e treinar é capaz de pilotar”, assegura.
 
A área de infraestrutura é responsável pela manutenção predial, cuida de demandas como troca de lâmpadas queimadas, consertos de goteiras, pias ou vasos sanitários, reparo de tomadas e equipamentos elétricos com problemas ente outros. “Recebemos em média 60 chamados por dia, os deslocamentos das equipes são constantes para que nosso público interno consiga atender a contento o cidadão que vem até o fórum buscar pela solução dos seus problemas.”
 
Outro setor que irá eliminar boa parte do tempo de deslocamento é o da Tecnologia da Informação (TI), o gestor de TI, Valtino de Oliveira de Jesus. “Nossa expectativa é dar o pronto atendimento, principalmente durante as audiências. Pela nossa experiência por um motivo ou outro, no meio da audiência a TI é chamada para resolver alguma questão e com o veiculo teremos agilidade nessa locomoção”, cita.
 
Para o assessor militar do Fórum de Cuiabá, Tenente Coronel PM Rodrigo Eduardo Costa o diciclo dará agilidade às rondas dos militares que atuam no local. “Nosso patrulhamento externo preventivo, no estacionamento, ganhará muito mais mobilidade. Ganhamos sobremaneira com a redução do tempo que os militares levavam para fazer a ronda a pé”, afirma.
 
O Fórum da Capital possui 54 mil metros quadrados de área construída e cerca de 1500 pessoas que atuam no local, entre magistrados(as), servidores(as), terceirizados(as), estagiários(as) e voluntários(as). Possui corredores de 120 metros de comprimento e o diciclo pode realizar deslocamento com velocidade de até 18 km por hora.
 
O veículo é sustentável, movido à bateria, que tem autonomia de quatro horas. A recarga é feita conectando o carregador do equipamento na rede elétrica, de 110v ou 220v, durante quatro horas.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Foto 1 – Horizontal e colorida do diretor do Fórum da Capital entregando a chave de um dos diciclos aos representantes das áreas TI, Militar e Infraestrutura. Foto 2 – Horizontal e colorida de um militar percorrendo o estacionamento do fórum sob o veículo de duas rodas.
  
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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