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Polícia Militar lamenta falecimento do pai do coronel Juliano Chiroli

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É com pesar, que a Polícia Militar de Mato Grosso lamenta o falecimento do senhor Delcio Chiroli, pai do coronel PM e secretário-adjunto de Integração Operacional da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), Juliano Chiroli.

A morte de seu Delcio ocorreu nesta quinta-feira (10.11), em Cuiabá, aos 73 anos. Ele faleceu de parada cardíaca, em sua residência.

O velório será realizado nesta quinta-feira (10), a partir das 18h30, na Capela Jardins – Sala Tulipas, localizada na rua Manoel Ferreira de Mendonça, bairro Bandeirantes, em Cuiabá. O cortejo sairá, nesta sexta-feira (11.11), às 10h, em direção ao cemitério Parque Bom Jesus.

O comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Corrêa Mendes, lamenta a repentina e dolorosa perda e transmite as mais sinceras condolências ao coronel Juliano Chiroli, assim como aos demais familiares e amigos, que enfrentam este momento difícil.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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