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Polícia Civil conclui inquérito e indicia autor de homicídio de jovem em Rondonópolis

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis, concluiu o inquérito que apurou o assassinato de Aleff Roger Camargo, ocorrido em abril deste ano. O autor do crime foi preso no início deste mês, no município de Cláudia, no norte do estado.

Aleff Camargo, de 28 anos, foi atingido por disparos de arma de fogo, na frente de sua casa, no dia 15 de abril, no bairro Vila Planalto, em Rondonópolis.

Conforme apurou a investigação da DHPP, a vítima estava sentada na frente da residência, junto com sua mãe, quando um veículo com dois homens parou na frente da casa. Um dos suspeitos apontou contra Aleff e fez vários disparos. A vítima correu para dentro da casa, mas o criminoso a perseguiu e faz mais disparos, fugindo em seguida.

A vítima foi socorrida por um vizinho, mas acabou indo a óbito ao chegar na unidade de pronto atendimento.

A investigação da DHPP chegou à identificação do criminoso que fez os disparos contra Aleff e diante das evidências coletadas, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva.

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Depois de ser preso pela PM, na cidade de Cláudia, no dia 02 de novembro, o criminoso foi encaminhado à Penitenciária Osvaldo Florentino Ferreira, em Sinop, onde permanece à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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