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Polícia Civil prende em Cuiabá casal que vendia doces misturados com drogas

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Um casal que comercializada droga misturada em doces e outros alimentos, foi preso pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), na quarta-feira (26.10), no bairro Alvorada, em Cuiabá.

O suspeito de 24 anos e a mulher de 29 anos foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Outras duas pessoas responderão Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), por uso de drogas.

As diligências iniciaram após denúncias de que um casal, vinham fabricando doces misturados com maconha e vendendo sob encomenda, inclusive em escolas para adolescentes e adultos.

Durante apuração foi verificado que os investigados possuíam uma conta na rede social do Instagram, denominada “Doce Onda”, e nesse perfil faziam a propaganda de extrato de “cannabis” (maconha) e de doces contendo a mesma substâncias.

Com base nos fatos, o endereço dos suspeitos passou a ser monitorado quando no final da tarde de quarta-feira (26), foi avistado um automóvel estacionando na frente do imóvel. Duas pessoas entraram e logo saíram da casa com uma sacolinha de cor rosa escrito “Doce Onda”.

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Em seguida foi realizada a abordagem e na posse das duas pessoas, foi encontrado um vidro de extrato de cannabis, um doce com o nome “Canatrópico” e uma porção de maconha. Na ocasião, elas relataram que pagaram o valor de R$ 125 pelos produtos.

Ato contínuo os policiais civis foram até a residência investigada, onde foram recebidos pelo homem, que ao ser questionado sobre a venda de doces com maconha, este afirmou que havia vendido um pedaço de Skank, um vidro com extrato da substância THC, além do doce “Canatrópico”.

Na casa foram apreendidas mais doces contendo extrato de maconha, Skank, dois potes grandes com várias porções de maconha e de cocaína, diversos materiais usados para o tráfico, uma balança de precisão, o valor de R$ 4,2 mil em dinheiro, entre outros objetos.

No local havia em cima da mesa, vidros com lubrificante com extrato da maconha, doces contendo maconha, embalagens de docinhos, sacolinhas, adesivos e figurinhas com o nome “Doce Onda. Na geladeira havia uma embalagem contendo maconha possivelmente para ser usada na confecção dos doces.

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Diante do flagrante o casal foi conduzido até a DRE, interrogado e autuado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Após a confecção dos autos, os dois presos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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