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Condenado por estupro de vulnerável em Alagoas é preso em Barra do Bugres

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Policiais civis de Barra do Bugres localizaram e prenderam na manhã desta quarta-feira (19.10) um procurado pela Justiça de Alagoas por estupro de vulnerável. Ele foi condenado a nove anos e quatro meses de reclusão pelo crime cometido, em decisão já transitada em julgado, quando não cabe mais recurso.

O homem de 35 anos foi conduzido para a Delegacia de Barra do Bugres e depois será enviado à unidade prisional local, onde aguardará recambiamento a Alagoas.

O condenado, cuja prisão foi decretada pela Comarca de Porto Calvo, foi localizado trabalhando em uma empresa no município de Barra do Bugres e disse que tinha conhecimento do motivo da prisão.

A decisão foi decretada em 2016 pelo Tribunal de Justiça de Alagoas. O crime ocorreu em 2011, quando ele foi preso após ser flagrado pela Polícia Civil alagoana convivendo maritalmente com uma criança de 11 anos.

A mãe da vítima tinha conhecimento que a filha morava com o réu e consentia com a relação. Ele se separou da esposa e foi morar com a vítima.

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No curso da ação penal, o réu alegou que a criança e a mãe dela consentiram com a relação e que não sabia que a vítima tinha 11 anos de idade.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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