POLÍCIA
Polícia Militar prende suspeito por agredir esposa grávida de três meses
POLÍCIA
Policiais militares do 5º Batalhão prenderam, na madrugada desta quarta-feira (19.10), um homem suspeito por lesão corporal contra a esposa gestante de três meses, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá).
Segundo informações do boletim de ocorrência, os militares foram acionados para se deslocarem até o Posto de Saúde do bairro Residencial Paiaguás, pois a vítima estava bastante machucada.
Aos militares, a mulher disse que estava em casa quando passou a ser agredida pelo marido. O homem tentou enforcá-la e ameaçava de morte com uma faca a todo momento.
A vítima ainda relatou que o suspeito a mordeu no antebraço direito deixando hematomas. Ele ainda teria puxado seu cabelo e a chutado na barriga. Ainda de acordo com a vítima, quando ela conseguiu fugir da casa, o suspeito mandou diversas mensagens por meio do WhatsApp proferindo ameaças e palavras pejorativas.
Diante das informações, os policiais se deslocaram até a casa da vítima e encontraram o suspeito, que não resistiu a prisão. Os militares identificaram que o homem possuí diversas passagens criminais e é monitorado por meio de tornozeleira eletrônica.
O homem foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: PM MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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