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Polícia Civil apreende arma de fogo e 50 munições de vários calibres em Tangará da Serra

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Uma arma de fogo e cinquenta cartuchos de vários calibres foram apreendidos pela Polícia Civil, nesta terça-feira (18.10), em Tangará da Serra (239 km a médio-norte de Cuiabá), após denúncia sobre suposta ameaça com uso de arma de fogo.

A ação resultou na prisão de um homem de 58 anos, autuado em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo.

As diligências foram realizadas para averiguar a denúncia de suposta rixa entre pessoas de uma família, bem como um dos filhos morava com sua genitora, porém depois de brigar com a mãe, a mesma deixou a casa.

As informações eram de que no imóvel situado no bairro Jardim Changri-lá, o suspeito possuía arma de fogo, razão pela qual os policiais civis foram até o endereço.

No local o morador foi perguntado acerca dos fatos, e confirmou a posse de uma espingarda calibre 32 não registrada, além de 50 munições de diferentes calibres.

Diante do flagrante a arma e municções foram apreendidas, e o o suspeito conduzido até a Delegacia de Tangará da Serra, interrogado pelo delegado plantonista e autuado por posse ilegal de arma de fogo. 

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Após a confecção dos autos o preso foi apresentado e colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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