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Atendimento por pane seca reduz 10% na BR-163/MT

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A quantidade de veículos parados por falta de combustível na BR-163/MT reduziu cerca de 10% este ano. Ainda assim, a cada 2 horas e 30 minutos, em média, um motorista acaba precisando de auxílio para continuar a viagem em decorrência de pane seca. Além de aumentar o tempo do percurso, a ausência de combustível pode resultar em multa e até mesmo em acidentes.

Segundo levantamento das equipes de atendimento da Concessionária Rota do Oeste, de 1º de janeiro a 31 de agosto de 2022, foram atendidos 2.316 motoristas parados por falta de combustível no trecho sob concessão, de Itiquira a Sinop. No mesmo período de 2021, os operadores socorreram 2.563 condutores pelo mesmo motivo.

A redução é avaliada como positiva pelo superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Francisco Elcio, porém o número ainda é entendido como alto e demonstra uma falta de planejamento da viagem por parte do condutor. “Não estamos falando somente de BR-163, estamos falando de um cuidado que devemos ter sempre que pensamos em sair de casa. O veículo deve ter combustível suficiente para concluir o percurso, isso está na lei e o descumprimento resulta em multa, prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro, o CTB”.

Para o superintendente, apesar da redução, as panes secas seguem como um motivo de preocupação, uma vez que um veículo parado na pista aumenta o risco de acidente, compromete a segurança viária, provoca prejuízos econômicos com o dano que pode resultar ao veículo com falta de combustível e mesmo o atraso nas viagens. “A PRF e a Rota do Oeste trabalham nessa conscientização dos motoristas para que o planejamento da viagem ocorra de forma ampla”.

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O superintendente recomenda que em casos de panes secas, o condutor sinalize imediatamente a rodovia com auxílio de sinais de alerta do veículo, triângulo de sinalização a uma distância de pelo menos 30 metros do local de parada. Na sequência, Francisco Élcio recomenda que seja acionado um apoio para resolver a situação o quanto antes, que pode ser a PRF (pelo telefone 191) e a Rota do Oeste (no trecho sob concessão da BR-163) por meio do 0800 065 0163.

Para evitar ficar parado durante a viagem por falta de combustível, a gerente de Operações da Rota do Oeste, Bárbara Natane, lembra que é importante conhecer a autonomia do veículo, estar atento ao marcador do automóvel, que deve estar em pleno funcionamento, e avaliar se tem combustível suficiente para chegar ao próximo ponto de abastecimento, além de ter ciência dos pontos de abastecimento. Essa informação pode ser adquirida no 0800 da Rota do Oeste.

No caso de o motorista identificar que não conseguirá chegar a um posto de combustível, a recomendação é para que estacione em local seguro, fora da faixa de rolamento. Se estiver no trecho sob concessão da BR-163/MT, pode acionar as equipes operacionais da Rota do Oeste para conseguir o apoio para a aquisição do combustível.

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“É mais seguro parar em local adequado e aguardar uma equipe da Rota para receber o apoio operacional, que tentar chegar em um posto e ficar parado em locais perigosos, como na faixa de rolagem. Entre os pontos seguros, posso citar como exemplo o estacionamento das nossas praças de pedágio, as bases operacionais, postos de serviços ou mesmo acessos a propriedades que margeiam a rodovia, que é algo comum na BR-163”, mas se acaso a parada ocorrer sobre a faixa de rolamento, realize a finalização, como indicado pela PRF, acione apoio e aguarde fora do veículo em local seguro, sempre atento ao trânsito, explica a gerente.

O que diz o CTB?

Art. 180 do CTB – Ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível:
Infração – média (valor R$ 130,16);
Penalidade – multa;
Medida administrativa – remoção do veículo.

Fonte: PRF MT

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Polícia Civil prende segundo alvo de operação que apura homicídio em Rondonópolis

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A Polícia Civil cumpriu, nesta sexta-feira (16.10), o mandado de prisão temporária de mais um alvo da Operação Vizinho do Inimigo, investigado pela participação no homicídio de Mizael da Cruz Paniz, ocorrido no mês de setembro deste ano em Rondonópolis.

A operação foi deflagrada em 13 de outubro, quando a Polícia Civil cumpriu quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

O homicídio ocorreu em 5 de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário. Dois homens chegaram ao local em uma motocicleta, entraram no imóvel e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm.

A dinâmica identificada pelos investigadores aponta para uma ação previamente planejada, que impediu qualquer possibilidade de reação da vítima.

Segundo as investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, o investigado, de 26 anos, preso nesta sexta-feira (16), morava nas proximidades da casa da vítima. Ele teria sido o responsável por monitorar os movimentos da vítima ,além de cortar o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores no imóvel.

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Durante a primeira fase da operação, outro investigado, de 23 anos, foi preso preventivamente no âmbito das investigações do homicídio e também autuado em flagrante por tráfico de drogas.

As diligências continuam para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido, apontado como piloto da motocicleta utilizada na ação, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos investigados em uma facção criminosa com atuação no município.

O inquérito policial deverá ser concluído no prazo de 30 dias, com o indiciamento dos investigados já identificados pelos crimes de homicídio qualificado e integração de organização criminosa.



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