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Polícia Militar prende cinco pessoas e apreende 37 tabletes de drogas

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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam três homens e duas mulheres por tráfico ilícito de drogas, nesta quinta-feira (13.10), em Várzea Grande. Com a quadrilha, foram apreendidos 28 tabletes de maconha e nove de cocaína.

Conforme o boletim de ocorrência, durante patrulhamento pelo bairro Cristo Rei, a PM recebeu informações sobre um veículo Ford Fiesta, preto, que estaria envolvido em atividades criminosas em Várzea Grande e Cuiabá. Segundo a denúncia, o veículo estaria transitando com apenas uma placa de identificação, na parte traseira do carro.

A equipe do Grupo de Apoio (GAP) iniciou diligências e visualizou o veículo, ocupado por um homem e uma mulher, transitando pelo bairro. De imediato, foi realizado o procedimento de abordagem e, durante busca veicular, foram localizados nove tabletes de cocaína e dois de maconha.

A dupla foi questionada sobre a procedência das drogas e a suspeita revelou que eles estavam envolvidos no crime de tráfico e que teriam deixado uma mala, contendo grande quantidade de entorpecentes, em uma residência do bairro Novo Colorado, em Cuiabá.

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Os policiais militares se deslocaram até o endereço informado e encontraram outros três suspeitos. Foram feitas buscas pelo imóvel, onde o GAP localizou uma mala contendo 26 tabletes de maconha. Ao serem perguntados sobre o envolvimento com o tráfico de drogas, os suspeitos afirmaram que apenas estariam guardando os entorpecentes. 

Em continuidade às buscas pelo local, foram localizados ainda a quantia de R$ 1.200,00 em espécie, oito celulares, chaves de diversos veículos, folhas de cheque, além de balanças de precisão e outros equipamentos utilizados no tráfico de drogas.

Diante dos fatos, todos os cinco suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados à Central de Flagrantes, junto com o material apreendido, para registro do boletim de ocorrência. O Ford Fiesta utilizado pela primeira dupla abordada também foi apreendido e encaminhado ao local.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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