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PRF participa de ação integrada na 91º edição da operação Lei Seca

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A 91ª edição da Operação Lei Seca prendeu 12 pessoas por embriaguez ao volante e autuou 18 por conduzir veículo sob efeito de álcool. As abordagens ocorreram na noite desta quarta-feira (12.10), na Avenida Miguel Sutil, bairro Jardim Cuiabá, em Cuiabá.

Conforme relatório final do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram abordadas 142 pessoas, que tiveram seus veículos fiscalizados e geraram 76 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 14 pessoas dirigindo sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Além disso, 25 pessoas também foram autuadas por condução sem registro ou com o licenciamento atrasado e tiveram seu veículo removido. Sete se recusaram a passar pelo teste de alcoolemia e oito por não possuir CNH para condução.

Do total, 57 pessoas tiveram seus veículos removidos, sendo 46 carros e 11 motocicletas, gerando 54 autuações por alguma irregularidade diante do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Também foram recolhidas 22 CNHs, entre elas de condutores que apresentaram porcentagem de álcool durante o teste de alcoolemia.

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A operação é realizada pelo GGI, vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), que dessa vez contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, Batalhão de Trânsito da PM, Delegacia de Delitos de Trânsito, Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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