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Mulher considerada de alta periculosidade tem prisão cumprida pela Polícia Civil em Barra do Garças

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Uma mulher apontada como líder de organização criminosa e foragida da Justiça, foi presa pela Polícia Civil, na quarta-feira (12.10), em Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), durante cumprimento de mandado judicial.

A ação foi realizada pela equipe da 1ª Delegacia de Barra do Garças, após informações repassadas pela Delegacia de Querência (645 km a nordeste da Capital), de que a procurada estava em um ônibus intermunicipal e passaria pela região.

Com base na denúncia os policiais civis de Barra do Garças passaram a apurar os fatos, e abordaram a mulher embarcada dentro de um ônibus, com destino para a cidade de Cuiabá.

Natural de Goiás e com diversas passagens pela polícia nesse Estado, e em Mato Grosso, a suspeita responde por tráfico de drogas, tortura mediante sequestro, integrar organização criminosa, entre outros crimes. 

Após a prisão, ela foi conduzida até a delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocada à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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