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Juiz de Mato Grosso é aprovado em 1º lugar em mestrado no Rio de Janeiro

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O juiz de Mato Grosso Diego Hartmann foi aprovado em primeiro lugar no mestrado em Direito Processual Civil, oferecido pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Uma qualificação que irá agregar à carreira profissional de magistrado e trará resultados importantes na atuação para justiça mato-grossense.
 
Desde seu ingresso na magistratura mato-grossense, há sete anos e meio, Diego Hartmann trilhou o caminho fazendo vários cursos oferecidos pela Escola Superior da Magistratura do Estado (Esmagis-MT) e agora, com a oportunidade do mestrado afirma que a qualificação é extremamente importante.
 
“Essa qualificação pessoal vai agregar ao trabalho que é feito na jurisdição. Já fiz vários cursos e busco estar sempre me atualizando e este é meu primeiro mestrado. A justiça, vista como um serviço prestado à população, deve ser entregue com qualidade, rapidez e eficiência. É com esse foco que tenho buscado os cursos de qualificação e aperfeiçoamento”, reitera.
 
Aliar teoria e prática reflete diretamente na prestação de serviços, segundo o juiz. “A magistratura é complexa, difícil, mas também de muitas oportunidades para agregar conhecimento. Cada processo que chega às nossas mãos representa um desafio e a atualização permanente por meio de cursos é o que nos dá tranquilidade para atuar de forma imparcial entregando a melhor jurisdição, tanto em tema de doutrina quanto em tema acadêmico, que está sendo discutida no país”, complementou.
 
Diego Hartmann atua na Vara Única da Comarca de Rosário Oeste. É bacharel pela Universidade Regional de Blumenau (SC); especialista em Poder Judiciário pela FGV-Rio; Formador de Formadores pela Escola Nacional de Formação de Magistrados (ENFAM); Especializando em Integridade, coerência e Coletivização pela ENFAM.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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