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Polícia Civil recupera R$ 13,5 mil de vítima de golpe em venda de carro

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Nova Mutum, recuperou o valor de R$ 13,5 mil subtraídos de uma vítima de estelionato pela internet.

A vítima reside na zona rural do município de Santa Rita do Trivelato, e procurou a DERF de Nova Mutum, nesta quarta-feira (05.10), narrando que viu um anúncio de venda de um veículo Fiat Palio, na rede social do Facebook.

Interessado no carro, o comunicante entrou em contato pelo telefone informado. Então o vendedor informou que automóvel estava na posse de seu primo, e após a negociação ficou acordado o pagamento via PIX no valor de R$ 13,5 mil.

Assim que a vítima fez o pagamento na conta bancária indicada, a mesma não conseguiu mais contato com o suposto vendedor, foi quando percebeu que havia caído em um golpe.

Diante dos fatos a equipe de Nova Mutum solicitou apoio à DRCI, a qual através da parceria com o Setor Anti Fraude do banco, fez o bloqueio do valor subtraído da vítima.

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As investigações continuam visando identificar e responsabilizar os envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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