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Força-tarefa fiscaliza postos de combustíveis na região metropolitana de Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), a Agência Nacional do Petróleo, o Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso e o Procon de Cuiabá realizaram nesta terça-feira (04.10), uma operação conjunta para fiscalizar postos de combustíveis de Cuiabá e Várzea Grande.

Durante a manhã desta terça-feira, os policiais civis e fiscais visitaram quatro postos, um em Várzea Grande e três em Cuiabá, e analisaram a vazão dos bicos e a qualidade dos combustíveis abastecidos pelos motoristas da região metropolitana.

Os postos foram selecionados a partir de denúncias de consumidores à Decon, ANP e ao Ipem. Porém, durante a fiscalização, nenhuma irregularidade foi constatada na vazão e na qualidade dos produtos comercializados. As ações de fiscalização continuam durante o período da tarde.

Todas as denúncias aos órgão de defesa do consumidor são averiguadas e quem for flagrado comercializando combustível adulterado será investigado pela Polícia Civil e responder por crime contra a ordem econômica, com pena que pode chegar a 5 anos de prisão e multa administrativa. Além disso, há a possibilidade de ter a autorização de funcionamento cassada pela Agência Nacional do Petróleo.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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