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PRF recupera três veículos em três dias

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A primeira ocorrência aconteceu na manhã de domingo (18), na BR 163, município de Sinop, quando uma equipe da Polícia Rodoviária Federal deu ordem de parada a um veículo preto que circulava na região.

Durante a fiscalização nos sistemas policiais, constatou-se que havia um registro de roubo/furto para o veículo.

Diante dos fatos, os dois indivíduos foram detidos, a princípio, pelo crime de receptação e foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Sinop para os procedimentos cabíveis.

A segunda ocorrência aconteceu na tarde de segunda-feira (19), quando uma equipe da PRF realizava fiscalização na BR 070, no município de Várzea Grande, quando avistaram um veículo branco estacionado na rodovia.

Ao abordarem o veículo, perceberam que não havia ocupantes, porém estava destrancado. Com isso, foi realizado uma fiscalização mais detalhada e constatou-se que havia um registro de roubo a uma residência na cidade de Várzea Grande/MT, no qual o veículo foi levado.

Desta forma, ficou caracterizado o crime de roubo, sendo a ocorrência e o veículo encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária para os procedimentos legais cabíveis ao caso.

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A terceira ocorrência ocorreu ontem (20), na BR 364, no município de Rondonópolis, quando um caminhão o do tipo “cegonha” foi parado para fiscalização.

Entre os veículos transportados havia um em que durante a verificação observou-se indícios de adulteração nos elementos identificadores. Ao ser feita a consulta nos sistemas policiais, constatou-se que havia uma ocorrência de roubo registrada na cidade do Rio de Janeiro.

Questionado sobre a situação, o condutor do caminhão declarou que o veículo foi embarcado no estado de São Paulo e seira entregue em Cuiabá/MT e que todos os veículos foram pegos no pátio de uma transportadora.

Com isso, ficaram caracterizados, a princípio, os delitos de adulteração de sinal identificador de veículo automotor e receptação de veículo.

Somente neste ano, mais de 283 veículos furtados ou roubados já foram recuperados pela Polícia Rodoviária Federal nas rodovias federais de Mato Grosso.

Nesse sentido, salienta-se a importância do Sistema Nacional de Alarmes da PRF (SINAL), disponibilizado desde novembro de 2017, serve para registrar roubos e furtos de veículos. O sistema tem por objetivo divulgar, imediatamente após o registro, informações de ocorrências nas últimas 72 horas. A probabilidade de recuperação de um veículo é maior nas primeiras horas após a ocorrência do fato.

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Qualquer pessoa que tenha sofrido roubo ou furto de veículos dentro do Brasil pode efetuar o registro pelo site https://www.gov.br/prf/pt-br/servicos/sinal , como também pode ser feito por meio do número 191, central de emergência da Polícia Rodoviária Federal. Salienta-se a importância de que o registro na PRF não substitui o Boletim de Ocorrência na Polícia Civil.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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