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Magistrado do TJMT fala sobre novas tecnologias e inteligência artificial para pesquisadores da UFMT

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As transformações virtuais colocadas em práticas pela Justiça mato-grossense, com mais ênfase a partir do período pandêmico, provocado pela Covid-19, serviram de referência na palestra do magistrado João Thiago de França Guerra, juiz-auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, no Grupo de Pesquisa do Observatório Jurídico de Jurisdição Constitucional do Curso de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
 
Doutor João Thiago foi um dos convidados do Grupo de Pesquisa do Observatório Jurídico (GPOJ), que integra o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito da UFMT, e falou sobre Poder Judiciário e Novas Tecnologias – Da Virtualização à Aplicação de Inteligências Artificiais nos Tribunais Brasileiros.
 
Além do magistrado, o evento teve como palestrante a professora-doutora Juliana Fonseca Antunes, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT). Os expositores do tema do Grupo de Pesquisa foram João Pedro Pereira e Letícia Mayumi Cardoso.
 
A palestra foi organizada pelo coordenador do Grupo de Pesquisa do Observatório Jurídico, coordenado pelo juiz do Judiciário estadual, Antônio Veloso Peleja Júnior, professor-doutor no Programa de Mestrado em Direito na disciplina Processo Constitucional.
 
De acordo com o professor-doutor, atualmente atuando como juiz convocado em substituição para a Segunda Instância, no Tribunal de Justiça, o Observatório Jurídico realiza ciclos de palestras a cada 15 dias e sempre convida profissionais e estudiosos para que possam contribuir com as pesquisas acadêmicas desenvolvidas pela instituição de ensino.
 
#Para cego ver
Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: fotografia colorida retratando os professores e alunos que pousam para a foto. Ao fundo uma lousa verde e uma tela de projeção.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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