CUIABÁ

Eleições 2022

Centenas de mulheres da baixada cuiabana se unem em favor do Juca do Guaraná

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MATO GROSSO

Centenas de mulheres de várias cidades da baixada cuiabana se reuniram nesta sexta-feira (2), em Cuiabá, e abraçaram a campanha do candidato Juca do Guaraná Filho (MDB), que busca uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Durante o encontro, representes do movimento feminino, lideranças comunitárias, religiosas e apoiadoras trouxeram propostas e ideias que fortalecem as politicas públicas em favor das mulheres.

Amabila Camargo, esposa do candidato Juca do Guaraná Filho, comemorou o sucesso da reunião e garantiu o compromisso do emedebista em ações que vêm de encontro com as necessidades das mulheres, principalmente no social. “Aqui estão centenas de mulheres que acreditam no Juca, que estão dando um voto de confiança. E tenho certeza que, pela trajetória e luta do Juca em favor das mulheres, nenhuma de nos vai ficar pras trás. 
Entraremos sim, com Juca na Assembleia Legislativa, e vamos lutar para dar espaço as politicas públicas em favor de todas nós mulheres, principalmente nas ações sociais”, destacou Amabila Camargo, que idealizou voluntariamente o projeto Boa Ação é Doação, na Câmara de Cuiabá, que distribuiu mais de 10 mil cestas básicas, durante a pandemia. 

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Juca do Guaraná

 

A professora e secretária-adjunta de Direitos Humanos de Cuiabá, Christiany Fonseca, destacou o compromisso do Juca do Guaraná com as mulheres, citando como exemplo a criação histórica da Sala de Amamentação no Legislativo Municipal, criada na gestão atual. “Juca sempre deu espaço as mulheres. A Sala de Amamentação criada na Câmara de Cuiabá é exemplo de cuidado e humanização, com as mães. Um espaço tão simples mas que poucos tiveram a iniciativa. A Câmara saiu na frente e abraçou o projeto que é referencia hoje em outros municípios. Juca fez por Cuiabá e vai fazer mais pelas mulheres de Mato Grosso. Nele eu confio”, disse a atuante Adjunta dos Direitos Humanos. 

A presidente do MDB Mulher Estadual Singlair de Musis também garantiu apoio ao candidato Juca do Guaraná na disputa eleitoral. “Juca tem meu apoio e do partido também. Sempre atento as causas femininas, Juca demonstrou seu compromisso com as mulheres como vereador e presidente do Legislativo Municipal. Mato Grosso precisa de Juca na Assembleia Legislativa”, disse durante o encontro. 

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Juca do Guaraná Filho falou sobre suas ações em favor das mulheres e garantiu compromisso as eleitoras. “Como é bom ver centenas de mulheres empoderadas reunidas aqui. Meu compromisso é com vocês [mulheres]. Fizemos e vamos fazer ainda mais pelas mulheres do nosso estado. A criação de sala de amamentação em espaços públicos de Mato Grosso será uma realidade. Iremos ser a mão protetora do estado nas famílias que vivem, infelizmente, em situação de pobreza em Mato Grosso. Vamos trabalhar para criar projetos que garantem o pão de cada dia na mesa, empregos e rendas. No ano que vem [2023] vocês mulheres entraram junto comigo na Assembleia Legislativa e juntos vamos construir politicas públicas em favor de todas”, garantiu Juca.

Juca do Guaraná Filho é candidato a deputado Estadual pelo MDB, para elegê-lo vote, no dia 02 de outubro, 15555.

Juca do Guaraná

 

Fonte: Eleições 2022

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MATO GROSSO

Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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