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Policiais civis prendem homem por registro de falso furto de arma de fogo

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Um homem suspeito de comercializar ilegalmente arma de fogo foi preso pelos policiais civis da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande, nessa sexta-feira (26.08). Duas pistolas de diferentes calibres e cerca de 50 munições foram apreendidas.

O suspeito de 34 anos foi autuado em flagrante pelos crimes de comunicação falsa de crime, falsidade ideológica e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.  

Na manhã de sexta-feira (26), o suspeito compareceu na DERF de Várzea Grande para registrar uma ocorrência de furto de uma pistola, que se encontrava no interior do seu veículo, Chevrolet Vectra. O comunicante narrou que o carro estava estacionado em via pública quando foi arrombado.

Com base nas informações, os policiais passaram a diligenciar para identificar a autoria do crime, bem como recuperar a referida arma de fogo. Foi solicitado para a vítima a indicação do ponto exato onde o automóvel estava parado. 

No endereço indicado, a equipe conseguiu obter imagens de câmeras de monitoramento, e, durante minuciosa análise dos vídeos, não foi visualizado em momento algum o veículo citado.

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Ao ser questionado, o suspeito passou a se contradizer, mas ainda confirmou ter sido vítima de furto. Então, foi pedido para que este levasse os investigadores até o automóvel Vectra, momento em que a equipe se  deslocou para a casa do mesmo, no bairro Nova Fronteira. No local foi verificado que o carro encontrava-se inutilizável, uma vez que estava sem duas rodas, erguido por cavaletes e bateria arriada. 

Diante da situação, o suspeito acabou admitindo ter feito falsamente feito o boletim de ocorrência de furto, e confessou que, na verdade, havia vendido ilegalmente a pistola da marca Taurus, modelo 938. Segundo ele, as informações falsas tinham objetivo de desvinculá-lo dos vestígios da venda ilegal de arma de fogo e revestir de “legalidade” sua conduta.

Os policiais civis descobriram também que o suspeito chegou a emitir, na Polícia Federal, guia de transporte para levar a pistola até um armeiro, tentando, assim, assegurar que estava autorizado a transportar a arma no carro no dia em que o suposto furto ocorreu. 

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Na residência dele foi encontrada outra pistola marca Taurus de calibre 9 mm e mais 50 munições. 

O suspeito apontou a pessoa que havia comprado a arma pelo valor de R$ 7 mil, a qual foi localizada, confirmou a aquisição e entregou a arma aos policiais civis. 

As duas armas foram apreendidas e serão periciadas. Já o suspeito, depois de interrogado, foi autuado em flagrante delito. Após a confecção dos autos, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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